quarta-feira, 26 de julho de 2017

Naty pelo Mundo versão made in USA

Olá galera maravilhosa!!

Como vocês estão? eu estou bem, obrigada por se interessarem até aqui na sua leitura! :)

Como alguns de vocês sabem, basta ter lido uns dois posts atrás, eu pude finalmente estar pelo mundo de novo, e dessa vez, vim para a terra do Trump Tio Sam. O motivo dessa minha viagem foi um "intercâmbio" do ballet.
Pra falar a verdade, eu vim até a cidade de Nova York para participar do Programa de Verão do Joffrey Ballet, mas o relato sobre a minha experiência lá vai ficar para um novo post que virá logo logo para vocês!


Enquanto isso, vou falar um pouco da minha entrada nos EUA:

Desde que eu estava me preparando para a minha viagem, várias pessoas me diziam que mesmo com o visto aprovado, isso não era garantia de que eu poderia entrar nos EUA, e que havia sim o risco de ser barrada na imigração. Bem, este é um risco real que qualquer pessoa pode correr em qualquer país que esteja transpondo fronteiras.
Então visualize o quadro: lá estava eu viajando pros Estados Unidos, cheia de ansiedade, dúvidas, questionamentos... dentre eles, este em que eu não tinha certeza se conseguiria entrar tranquilamente no país.

Tchau Bahia!!

Fui no esquema pinga-pinga: Peguei um vôo em Salvador para Campinas, de Campinas fui pro Rio, e do Rio fui direto para NY no aeroporto JFK.
De Salvador, o vôo marcado para as 11h, já saiu atrasado, e claro, eu fiquei desesperada pois teria ainda que pegar o vôo em Campinas. Mas no fim, tudo correu bem; cheguei em Campinas a tempo de pegar meu vôo, e ainda pude comer um lanche no McDonalds.

Sem maturidade pra comer esses aviõezinhos

Quando cheguei no Rio, fui fazer o meu Check-in na American Airlines, e preciso dizer, a tecnologia as vezes é uma droga.
Eles estão pondo um sistema agora em que tudo fica automático, e que tudo funciona através de máquinas. Para fazer o check-in, a AA estava utilizando uma máquina, que eu burramente não acertava como utilizar e precisei recorrer ao balcão.

Depois de algumas horas na sala de embarque, lá fui eu adentrar no meu vôo para Nova York. Passando pela primeira classe, já vi que tudo ali era um luxo. Aliás, o avião em si era bastante parecido com o da Air Europa, que eu voei a dois anos atrás (COMO ASSIM, TUDO ISSO???), mas com o padrão americano de qualidade dessa vez.

Durante o meu vôo fui assistindo ao filme A Chegada com Amy Adams, que era um filme que eu estava louca para ver, mas que como não havia legendas, eu assisti em inglês mesmo (já testando pra quando chegasse).
Logo mais, as aeromoças (que não são tão chiques e glamurosas como as nossas) chegaram servindo o jantar. Eu realmente esqueci de fotografar essa parte para postar aqui, então ficarei devendo esta foto no meu vôo de volta. A refeição foi completa: O prato principal foi frango com arroz e legumes, salada, mais pão com manteiga, mais bolo para sobremesa. Tudo estava uma delícia!

Após a janta, dormi o resto do vôo até perto da hora em que serviram o café da manhã: croissant, pão, geleia, bolachas e suco de laranja.
A foto clichê dos viajantes

Assim que aterrissamos em NY, já fomos encaminhados para a imigração. Não precisamos preencher nenhum formulário dentro do avião: tudo foi feito através de tótens no próprio aeroporto. Eu estava morrendo de medo de ser mandada de volta, mas na real, tudo correu super bem, e rapidinho eu estava liberada! UFA!

Meu anfitrião já estava lá para me receber; Fiquei na casa do Otto, um grande amigo da família que me tratou como filha durante toda a minha estadia nos Estados Unidos <3
Só gratidão!!

Do aeroporto, Otto me levou para tomar o meu café da manhã ao maior estilo americano: pancakes com bastante chantilly e morangos!
As porções nos Estados Unidos são REALMENTE ENORMES. Eu não aguentei comer tudo, claro, apesar de estar faminta.
Quando saímos de lá, fui direto dormir, porque eu estava um zumbi!


 Abaixo algumas fotos da terra do Tio Sam:




NYC lá ao fundo


ainda sonho com o gosto disso <3

Foi aqui onde eu comi as panquecas


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